Título: 오 마이 비너스 / O Mai Bineoseu/ Oh My Venus
Gênero: Comédia romântica
Episódios: 16
Emissora: KBS2
Duração: 16 de novembro de 2015 à 05 de janeiro de 2016
Produção: Jung Hae Ryong, Kim Sung Yoon, Yoon Jae Hyuk (윤재혁)
Direção: Kim Hyung Suk, Lee Na Jung
Roteiro: Kim Eun Ji (김은지)

Sinopse: Kim Young-ho é um personal trainer para artistas de Hollywood. Apesar da riqueza de sua família, Young-ho sofreu uma lesão devastador em sua infância. Mas ele acredita que qualquer problema pode ser superado pela paciência e determinação de se ter uma boa saúde. Kang Joo-eun foi outrora uma ulzzang na adolescência, semifamosa por seu belo rosto e figura invejável. Agora, uma advogada de 33 anos de idade, ela ganhou muito peso desde então. Depois de ser abandonada por seu namorado, Joo-eun contrata Young-ho desafiá-la a dieta e perder peso. Enquanto eles trabalham em sua transformação física, eles curam as feridas emocionais um do outro e se apaixonam.

  Imagine um dorama superengraçado, com personagens caricatos, amáveis, e onde a beleza por mais importante que seja, não se sobrepõe a saúde. E para melhorar a personagem principal e todo o romance clichê é na medida certa e pasmem, o dorama é bem feminista!!
   Joo Eun é uma advogada bem sucedida que ama seu trabalho, sua vida tomou um rumo diferente do que ela imaginou e por causa do excesso de trabalho ela ganhou muito peso durante os anos, após perder o namorado Woo Shik que a deixou para se relacionar com sua antiga ex-amiga Soo Jin. Após todo esse drama e encontro e desencontros com Young Ho ela acaba descobrindo que ele (Young Ho) é um famoso personal trainer que preocupado com a saúde de Eun a faz cuidar mais de sua alimentação e praticar exercícios físicos para que fique melhor da tireoide.
   Tenho a leve impressão que contei demais do dorama, mas a maior graça dele não é saber tudo que contei e sim as situações que vão ocorrendo ao decorrer do drama. Eun diferente do que vemos em outros k-dramas vai além de um par romântico, e assistir esse dorama foi incrível. Pra quem não sabe o padrão de beleza coreano é um tanto complicado, e ouso dizer que vai além do que vemos aqui no ocidente. A coreia é um país extremamente machista, bem mais do que aqui então imaginem minha surpresa ao acompanhar esse drama? Com personagens femininas dominando a história, decidindo suas vidas e cuidando antes de tudo de sua saúde ao invés da beleza (no caso da Eun). Eu amei acompanhar esse drama, ele é engraçado, delicado, cheio de críticas sociais (o que é raro em dramas) e claro tem várias conotações sexuais, que pra caso não saiba é algo que não costuma acontecer já que o público alvo são adolescentes e conteúdo mais sexual não é bem permitido em TV aberta.
   Oh My Venus é um avanço no quesito dramas, os personagens principais são tão apaixonantes quanto os secundários, que vão não somente completando a história como se tornam essenciais no conjunto de tudo, as críticas do dorama mesmo que sutis ainda mostram um avanço muito bom em relação aos comportamentos e atitudes que estão mudando no mundo inteiro e claro O ROMANCE É MUITO FOFO E APAIXONANTE!!!

Nota:


Título: Os Pássaros
Autor: Frank Baker
Editora: Darkside Books
Ano: 2016
Páginas: 304
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Sinopse: Você conhece o filme. É um dos maiores clássicos de Alfred Hitchcock, de 1963. Nos créditos, consta que a história é baseada no conto “Os Pássaros”, de Daphne du Marier, escritora que o mestre do suspense já havia adaptado antes. Quase trinta anos após seu lançamento, o romance de Frank Baker ganharia repercussão quando o autor ameaçou processar Hitchcock e Daphne Du Maurier. Para deixar essa estranha coincidência com ares de plano macabro: Daphne era prima do antigo editor de Frank Baker, o inglês Peter Davies, e chegou a trabalhar com o parente.
Pássaros. Milhares, talvez milhões, sobrevoam Londres, de forma aparentemente inexplicável e sem sentido, onde parecem observar os habitantes da capital, que os consideram divertidos, se tanto um pouco estranhos. Enquanto as pessoas ainda tentavam entender o que faziam ali, eles começam a atacar, ferindo e até mesmo matando com tremenda brutalidade e violência. Seriam eles uma força da natureza ou uma manifestação sobrenatural? Ninguém sabe. A única certeza é que o objetivo dos pássaros é a destruição da humanidade e ninguém tem ideia de como impedi-los...
No ano em que se celebra os 80 anos da primeira edição, a DarkSide® Books orgulhosamente apresenta o livro Os Pássaros para todos os leitores e cinéfilos brasileiros apaixonados por um bom susto, um retrato sombrio e acurado de uma Londres pré-Guerra, como se Baker conseguisse vislumbrar o futuro próximo de terror e feitos inomináveis apresentado pela Segunda Guerra Mundial.


Quando vi esse lançamento achei lindo, essa capa, as laterais pretas e fiquei bem curiosa. A cada página que ia lendo e depois da confusão inicial que a leitura me causou, percebi que havia mais ali do que simples pássaros e talvez isso o torne difícil de ser lido e compreendido, se o leitor não tiver paciência e atenção...
   "Antes da chegada dos Pássaros"...Era o que Anna sempre ouvia de seu pai, durante muitos anos de sua vida. O senhor de 85 anos (narrador da história e de nome desconhecido) achou muito esquisito, pois em um dia comum, a 65 anos na antiga Londres que conhecia, milhares de pássaros vieram do nada, de início pareciam arrogantes pois apenas ficaram ali no centro da cidade em uma praça observando todos ao redor. Depois de um tempo e esforços fracassados de ser livrar dos pássaros, que levaram a uma grande chacina em que eles saíram ilesos, alguns começam a não só observar pessoas mas a segui-las a todo canto em que vão, e esse comportamento estranho dos pássaros acaba gerando desconforto, incomodo e surto em algumas pessoas que acabam se suicidando por isso.
    Sim, de início o livro é bem estranho, lento e o suspense sobre os pássaros e o que houve depois, acaba sendo morto pela narrativa difícil e cheia de excessos de detalhes, não só sobre os pássaros, mas também a própria vida do narrador, a relação com a mãe, seu trabalho, algumas coisas que são corriqueiras pra gente mas incomuns a Anna sua filha, que não nasceu naquela época e não sabe do que o pai está falando. E meu maior problema com o livro foi justamente esse, a leitura não é nem um pouco fluída, pelo contrário é bem lenta, arrastada e o leitor precisa de paciência pra seguir em frente. Outro ponto que me incomodou foi a separação dos capítulos, o livro tem apenas três capítulos e a divisão é bem maluca ao meu ver, pois dois capítulos são gigantescos e apenas um mal chega a dez páginas.
     Mas o livro não é de todo ruim, pelo contrário, a escrita filosófica é muito bem feita, cheia de metáforas e reflexões, a obra tem muitas críticas a nossa forma consumista, ao querer demais sem precisar daquilo, a mania londrina de se achar superior ao resto do mundo, as mentiras que escondemos de nós mesmos, e ao modo de existir, a aceitação de si mesmo. O livro pode ter aquele "quê" de suspense e de mistério em relação aos pássaros, mas na minha opinião, eles são apenas coadjuvantes pras questões humanas abordadas na obra.
“Em um segundo aterrorizante, que pareceu durar por toda a eternidade, percebi tudo o que eu era, tudo o que havia esmaecido para se extinguir em mim. Vi, no fundo das covas daqueles dois olhos mortos, a alma que eu havia expulsado de mim há tanto tempo. E ela era abominável”

Nota:


Classificação: Ação/Aventura/História;
Temporadas: 4;
 Episódios : 1ªTemp - 9Ep; 2ªTemp - 10Ep; 3ªTemp - 10Ep; 4ªTemp - 10Ep
Netflix: 1ª,2ª,3ª temporadas disponíveis
Produzida por: History Channel;
Escritor/Criador:Travis Fimmel (Ragnar Lothbrok),  Clive Standen (Rollo Lothbrok), Katheryn Winnick (Lagertha), Jessalyn Gilsig (Siggy), George Blagden (Athelstan), Gustaf Skarsgård (Floki);
IMDb: 8,6
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Sinopse: A série Vikins, nos transporta para o misterioso e brutal mundo de Ragnar Lothbrok, um guerreiro viking e um fazendeiro que deseja explorar -e saquear- as terras do outro lado do oceano. Sua ambição coloca ele em desacordo com o governador local Earl Haraldson, que insiste em mandar seus guerreiros e assaltantes para o empobrecido leste em vez do intocado leste. Quando Ragnar se junta a seu amigo Floki, um construtor de navios, que inventa uma nova geração de intrépidos navios capazes de conquistar os oceanos não explorados, o palco está montado para o conflito. 

     Vamos por partes, Primeiro: os vikings adoram os deuses nórdicos, (Odin, Loki, Thor, Freyja);
Segundo: preciso deixar claro que Ragnar Lothbrok tem a certeza que é um descendente de Odin, e consequentemente que tudo que faz leva o selo "Aprovado pelos Deuses" de qualidade;
Terceiro: muitos acreditam realmente que ele é descendente de Odin, e muitos que dizem não acreditar, tendem a ter inveja dele;
Quarto: Ele tem um amigo chamado Floki, e você passa a série inteira com a sensação de que ele é uma versão pocket do Loki, e isso não é forçado, é louco mesmo.
Quinto: Ele tem um irmão, Rollo, é o cara da força bruta, sem quase nada na cabeça. Ele vive um conflito, já que ama a família, mas se sente rebaixado pelo irmão.
Sexto: Ele tem uma esposa, Lagertha, e ela é uma shieldmaiden,  pra simplificar, uma escudeira. Mas como estamos falando de vikings, escudeira é bem genérico, mas bem genérico mesmo. Ela é uma guerreira, ela  fica na parede de escudos, a primeira a levar o ataque inimigo, ela é uma valquíria.
    A série mostra como os 'bárbaros' lidavam com a fé, com seus rituais, com a vontade de entrar no Valhalla e passarem a eternidade se banqueteando com os deuses. Pode parecer que é uma coisa chata toda essa coisa com os deuses, mas toda essa fé é levada para a série de forma sútil e convincente, os produtores deixaram rastros da presença dos deuses nos episódios, mas nunca aquele forçamento de barra que faz você pensar "Affe, é tudo impossível, tudo muito milagroso" a cada nova cena, tanto que a série não é classificada como ficção.

    Bom, é uma série com bárbaros, então, sangue é o que não falta, e os confrontos são sempre lindos de se ver. Todo aquele encanto de escudos redondos, coloridos, e machados sendo enterrados em peitos e sendo arrancados trazendo litros de sangue junto com ele. E, bem, eles são vikings, não usam armadura, no máximo um couro resistente, e olhe lá. Rollo, o irmão, tem cenas sem camisa na batalha, e saindo sempre vencedor. E novamente existem os rituais, toda a obsessão com tranças, e jogarem sangue no rosto antes da batalha. Eles se preparam, e depois matam, e você se questiona como pode achar um massacre tão incrivelmente... incrível.
     Ragnar realmente encanta, os produtores deram um empurrãozinho em toda essa misticidade dele, em algumas cenas seus olhos parecem brilhar em contraste com a nebulosidade do clima, do resto da série. E ele é visionário, diferente dos outros bárbaros como ele, que só querem saber de ouro e sangue. Ele tem um interesse pela cultura cristã que faz com que os outros desconfiem dele. E não só desconfiam por conta do seu interesse nos cristãos, sentem inveja, já que ele é um ótimo negociador, e de um jeito ou de outro, consegue o que quer. Vamos dizer, para nós, que Ragnar tem carisma, e para os inimigos dele, que ele é descendente de Odin. É difícil falar sem dar Spoiler, então vou parar aqui, por que mais do que isso já tiraria as surpresas da série.

Musica tema.

Resumindo: Deuses nórdicos + Sangue + Moral dos bárbaros + Musica foda + fotografia incrível = Vikings.
Nota:


Nome: Traduzido: A garota do cemitério - Livro #1: Os Impostores 
Série: A garota do Cemitério
Autor: Charlaine Harris
Ilustração: Don kramer
Editora: Valentina
Ano de Lançamento: 2017
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Sinopse: Ela adotou o nome Calexa Rose Dunhill, inspirada numa lápide do sombrio ambiente em que acordou, ferida e apavorada, sem qualquer lembrança de sua identidade, de quem a jogou lá para morrer ou mesmo do porquê.
Fez do cemitério o seu lar, vivendo escondida numa cripta. Mas Calexa não pode se esconder dos mortos – e, quando descobre que possui a estranha capacidade de ver as almas se desprenderem de seus corpos...
Então, certa noite, Calexa presencia um grupo de jovens praticando uma sinistra magia. Horrorizada, testemunha o ato insano que eles cometem. Quando o espírito da vítima abandona o corpo, ele entra em Calexa, atormentando sua mente com visões e lembranças que parecem não ser dela.
Agora, Calexa deve tomar uma decisão: continuar escondida para se proteger – afinal, alguém acredita que ela está morta – ou sair das sombras para trazer justiça ao angustiado espírito que foi até ela em busca de ajuda?


   Pense assim, você acorda sozinha num cemitério, sabe que alguém tentou te matar, mas não sabe sua própria identidade, o que você faz? Eu provavelmente iria na polícia. Mas aqui a personagem fica escondida no cemitério e umas coisas loucas e bizarras acontecem lá...
   Calexa, como ela mesmo se auto nomeou, é uma jovem que acordou no cemitério após ser jogada ali suspostamente morta, ao acordar não se lembrava da própria identidade, mas tinha a certeza de que alguém tentou matá-la. Com medo de ir à polícia e sofrer um novo ataque ela resolve ficar no cemitério até recobrar a memória, o maior problema é que os dias vão passando e ela não se recorda de quem é, onde mora, ou o motivo de tentarem matá-la, com alguns fragmentos de memória de seu assassino, ela agora usa o nome de uma pessoa morta e tenta todos os dias sobreviver a nova vida, e as coisas estranhas que acontecem no cemitério...
   Essa é a primeira HQ lançada pela Editora Valentina, e apesar do toque de terror, o quadrinho também tem bons momentos de suspense e mistério. Pra um primeiro volume a inserção da personagem e de outros dois importantes foi bem feita, apesar das lacunas não preenchidas conseguimos ter uma visão de como a história pode ser bem desenvolvida e se transformar numa fodástica história de suspense sobrenatural, se posso chamar assim haha. De um modo geral o quadrinho tem uma premissa boa e envolvente, os traços de Don Kramer são uma arte a parte dentro da obra, ele consegue passar os sentimentos dos personagens e isso é muito bom porque até sem as falas podemos compreender a situação.
   Calexa é uma personagem intrigante, não só pela curiosidade de saber o porquê a queriam morta, mas pelo ‘’dom’’ que ela desenvolve durante a história. Além disso me perguntou: Senhor como essa criatura é tão ligeira? Porque olha é cada pulo de arvore, cada escapada furtiva que séloco. Mas claro que não existe somente ela na história, também conhecemos o zelador, Sr. Kelner, um homem solitário que vive nas dependências do cemitério junto de seu companheiro, uma ave deixada por sua esposa falecida. Lucinda, é uma senhora de 70 anos que Calexa conheceu quando roubou sua casa, mas a senhora não a denunciou e acabou se tornando uma grande amiga e aliada.
   A garota do cemitério - Livro #1: Os Impostores é um quadrinho bom, de boa premissa e com tudo pra dar muito certo, estou bem curiosa pelo segundo, sobre as mudanças de Calexa, sobre o rumo que sua vida vai tomar e claro sobre seu dom estranho.

Nota:


Heey como vão?
Primeiro Resumo do mês de 2017 yeeeey, é bom voltar a rotina do blog. Em janeiro estive de férias então tive tempo de sobra, uma pena não ter tido todos os meus livros pertinho de mim, mas de certa forma foi bom, porque acabei lendo outras obras muito boas e que eu tinha abandonado.

#LEITURAS
   Em Janeiro não fui tão quantitativa nas leituras, até porque tava com bloqueio, ressaca sei lá como chamar, mas fiquei feliz porque todas as 5 leituras feitas foram de boa qualidade e me surpreenderam de algum modo.


#ASSISTIDOS 
   Em janeiro assisti muitos filmes, mais do que em qualquer outro mês que eu me lembre haha, não consegui colocar tudo que assisti porque ficou faltando um ou dois, e um dos que faltaram foi a versão francesa de A Bela e a Fera que indico demais a vocês, uma coisa linda aquele filme. Revi meu amorzinho Malévola, assisti a animação de Doutor Estranho e claro o auge foi Rogue One, vou dizer que olha, amar foi pouco pro que senti assistindo esse filme, ele é destruidor de lares! haha. Mas os mais reflexivos e inexplicáveis de janeiro foram Jogo do Dinheiro e Garotas Selvagens que é bem antigo mas muito muito bom.


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